quinta-feira, 31 de maio de 2012

Caixa colabora em programa escolar de literacia sobre publicidade

A Caixa associa-se, desde 2008, ao Programa Escolar Media Smart, dirigido a crianças entre os sete e os onze anos e que tem como objetivo ajudá-las, desde muito cedo, a verem a publicidade de forma crítica, ajudando-os a fazer escolhas mais conscientes e mais bem informadas.

Sob o lema “Para um Público esperto, um olhar mais desperto”, este Programa, lançado e promovido pela APAN – Associação Portuguesa de Anunciantes, pretende dar resposta às crescentes preocupações dos pais e educadores, relativamente à pressão publicitária dirigida aos mais novos.

O programa Media Smart é apresentado em três módulos (“Introdução à Publicidade”, “Publicidade dirigida a crianças” e “Publicidade não comercial”), estando para breve o lançamento de um módulo digital.
Cada módulo é apresentado sob a forma de um kit com materiais didáticos que contempla um manual para professores, fichas de exercícios para os alunos e um DVD com imagens (fixas e em movimento) alusivas aos diferentes tópicos abordado. Os conteúdos pedagógicos foram aprovados por um grupo de especialistas em Educação, Psicologia, Nutrição e Estilos de Vida, Marketing e Publicidade e, também, por representantes governamentais nas áreas da Educação, Saúde e Defesa do Consumidor, Confederação de Pais e uma Associação de Consumidores de Media, coordenados pelo Prof. Roberto Carneiro.
As atividades deste programa incluem, entre outros temas:
  • análise aprofundada de imagens e conceitos utilizados em diversos exemplos de publicidade na televisão e imprensa, dirigida a diferentes públicos-alvo;
  • estudo dos processos implicados no desenvolvimento de uma campanha televisiva;
  • considerações sobre as técnicas de persuasão utilizadas para apelar ao público.
Este Programa voluntário foi já implementado em cerca de 43% das escolas do 1º e 2º ciclo.
O Media Smart disponibiliza também uma newsletter dirigida a todos os professores inscritos no programa e no site (http://www.mediasmart.com.pt/) com áreas dedicadas aos pais, às crianças e aos professores como forma de divulgar o programa e manter os diversos intervenientes atualizados e envolvidos acerca do mesmo.
Este é um programa de literacia para a publicidade nos diferentes media, reconhecido pela Comissão Europeia como uma excelente ferramenta para o desenvolvimento de cidadãos mais conscientes e participativos. Do ponto de vista dos anunciantes trata-se de um programa de responsabilidade social que procura defender o direito à comunicação comercial responsável das empresas.

Fundo Bem Comum


Sendo o empreendorismo e a empregabilidade dois grandes pilares da Responsabilidade Social, a Caixa Geral de Depósitos tornou-se um dos principais investidores do Projecto Fundo Bem Comum. Este fundo de capital de risco inovador visa a promoção e criação de condições para apoiar desempregados com mais de quarenta anos que regressam ao mercado de trabalho como empreendedores.  
Actualmente, Portugal apresenta um dos mais graves problemas a nível social: O desemprego. Esta problemática que afecta mais de um milhão da população portuguesa, é cada vez mais constante e relevante nas pessoas de escalões etários mais avançados, onde na maioria dos casos acaba por ter como resultado um desemprego de longa duração com dramáticas consequências pessoais, familiares e ainda sociais.
Em resposta a esta situação social, a ACEGE – Associação Cristã de Empresários e Gestores elaborou a constituição da Bem Comum, à qual aderiram prontamente um conjunto de instituições com o objetivo de contribuir para alterar esta realidade.
Os objectivos centrais desta constituição passam por: Estimular quadros qualificados, desaproveitados por desemprego ou pré reforma, com experiência profissional interessante a desenvolverem projetos empresariais; Apoiar os projetos com potencial de crescimento, financeiramente e com assessoria técnica, no sentido de garantir a criação sustentável de postos de trabalho; e consequentemente potenciar uma plataforma ampla de apoio e informação ao empreendedorismo sénior.

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CGD recebe classificação Prime no Corporate Rating da OEKOM

A CGD foi avaliada pela Oekom, agência alemã de rating de sustentabilidade empresarial, como empresa best in class no sector financeiro ao nível internacional.
A notação atribuída constitui mais um reconhecimento de mérito ao desempenho sustentável da CGD e aos compromissos que tem vindo a assumir para o futuro, em benefício das várias gerações, da sociedade e da economia nacional e do meio ambiente, reforçando o papel da Caixa como legítima embaixadora do sector financeiro português na aplicação das melhores práticas de gestão internacionais.
A Caixa detém, atualmente, um programa de sustentabilidade abrangente e estruturado que tem vindo a ser reconhecido por diversas entidades, nacionais e internacionais, e que é construído com o grande empenho dos seus empregados e colaboradores do Grupo CGD e com o contributo dos seus stakeholders.

"Porque vemos o futuro com outros olhos, com responsabilidade e confiança, e valorizamos os desafios e oportunidades emergentes, a Sustentabilidade constrói-se na Caixa. Todos os dias. Com certeza."

Economia verde pode gerar entre 15 a 60 milhões de empregos

Não há dia em que não se ouça dizer que o ambiente é uma pedra no sapato da economia. Estes números dizem, porém, o contrário: a chamada “economia verde” pode gerar 15 a 60 milhões de novos empregos nos próximos 20 anos.
A estimativa resulta de uma análise feita pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e leva em conta os postos de trabalho criados em vários sectores, como o das energias renováveis, da eficiência energética ou da reciclagem.

O estudo admite que, com a transição para a economia verde, alguns vão ter de mudar de emprego. Mas trata-se de um número “gerível” – nos países desenvolvidos, será de um por cento da força de trabalho. “As preocupações sobre a perda de empregos na economia verde são, por isso, exagerados”, conclui o estudo, realizado no âmbito da Iniciativa Empregos Verdes, que envolve também outras agências da ONU.

A economia verde já está a dar sustento a milhões de pessoas. Nos Estados Unidos, segundo o relatório, há 3,1 milhões de trabalhadores (2,4%) a prestarem serviços ou produzirem bens na área do ambiente. No Brasil, são 2,9 milhões (6,6%). Só no sector das renováveis, trabalham, no mundo todo, cinco milhões de pessoas. E a área da biodiversidade criou quase 15 milhões de empregos directos e indirectos na Europa.

Entre o dever e haver, as projecções apontam para um ganho positivo de 0,2% a 2,0% no número de empregos globais – ou seja, mais 15 a 60 milhões de postos de trabalho.

A economia verde, e como esta via pode ser a solução para pobreza no mundo, é o tema central da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, que terá lugar no Rio de Janeiro, de 20 a 22 de Junho. A OIT dá exemplos desta ligação – como a utilização de práticas mais eficientes e com menor impacto por parte dos 400 milhões de pequenos agricultores nos países em desenvolvimento, ou a integração, na fileira da reciclagem, de milhões de “catadores” de lixo das grandes cidades. Ao benefício ambiental soma-se o aumento da produção e do rendimento.

O foco da Rio+20 sobre a economia verde não é pacífico. Vários países e organizações têm-se mostrado reticentes, invocando argumentos contra a mercantilização do ambiente e contra a ingerência externa no padrão de desenvolvimento de cada nação.

“A sustentabilidade ambiental não é assassina os empregos, como normalmente se diz. Pelo contrário, se gerida adequadamente, pode levar a mais e melhores empregos, à redução da pobreza e à inclusão social”, afirma, no entanto, Juan Somavia, director-geral da OIT, citado num comunicado da organização.

O Pirilampo Mágico tem 25 anos e apoia milhares de cidadãos com deficiência

No primeiro ano, “só” se venderam 92 mil bonecos; na mais recente campanha, que terminou esta quinta-feira, estima-se que 800 mil pirilampos tenham sido comprados nas inúmeras bancas presentes em todo o país. Mas já houve anos melhores, em que a ajuda a pessoas com deficiência mental/intelectual ultrapassou o milhão. Foram 1995 e 2000.

“Estas campanhas ressentem-se da conjuntura, mas a verdade é que as pessoas não deixam de ser generosas. Contrariamos a ideia de que em tempo de dificuldades ninguém ajuda. Isso não é verdade”, diz Rogério Cação, vice-presidente da Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social (Fenacerci). E informa que ao longo destes 25 anos já se angariaram perto de 16,5 milhões de euros. “É um número significativo”, diz com genuína satisfação.

Será difícil encontrar alguém que não conheça o Pirilampo Mágico, e o sucesso desta iniciativa solidária pode ser atribuído, em grande parte, a um ícone tão bem conseguido. “É um bicharoco engraçado, tem um bocadinho de mistério, não faz mal a ninguém, é simpático. Não há quem não goste de pirilampos. Foi uma escolha feliz também por isso”, conta o responsável, enquanto recorda o autor do boneco, o designer gráfico Mário Jorge Fernandes. Esse, sim, difícil de encontrar. À época trabalhava na RDP, onde tudo começou, mas ao PÚBLICO não foi possível reconstituir-lhe o percurso.

Como tudo começou

“Tudo nasceu num programa de rádio que se chamava A Arte de Bem Madrugar, que foi para o ar na madrugada de 2 para 3 de Setembro de 1986, na Antena 1. Então, as Cerci viviam gravíssimas dificuldades, estavam em crescimento ao nível das solicitações que tinham, mas não havia estruturas, não havia recursos nem meios”, recorda Rogério Cação, que na altura ainda não pertencia ao projecto.

E continua: “Jaime Calado, que era o presidente da Cerci Lisboa, foi ao programa e, enquanto conversava com o locutor, surgiu a ideia: por que não avançar com uma grande campanha a nível nacional?” Regista também o entusiasmo do jornalista José Manuel Nunes, que teria tido conhecimento na altura de uma iniciativa semelhante no Reino Unido, “associada a um bichinho simpático”. Essa discussão, cujas palavras-chave foram “magia”, “solidariedade”, “luz”, deu origem ao pirilampo.

Pensaram logo nas crianças: “Veio a vontade de se criar um símbolo que apelasse a uma dimensão infantil da solidariedade, mas que tivesse algum significado. Seria uma forma de se chegar depois aos adultos. E assim se começou a desenhar a campanha.”

Terá sido uma das primeiras iniciativas solidárias em Portugal apoiadas por um marketing forte e eficaz. Diz Rogério Cação: “Como campanha com algumas ideias de marketing associadas, não tenho dúvidas de que é seguramente daquelas com mais impacte em Portugal dentro deste tipo de iniciativas.” Talvez por isso esteja na memória de muita gente. “E ainda resulta.”

Rogério Cação, 56 anos, não quer ser presunçoso – “estou a jogar em causa própria, sou suspeito” –, mas diz acreditar que “se hoje temos uma ideia diferente da pessoa com deficiência intelectual ou mental em Portugal, em grande parte deve-se à campanha Pirilampo Mágico, porque permitiu mostrar o outro lado destas pessoas. O lado do afecto, da vida, do sonho, da expectativa”. Mais: “Ajudou os pais e as famílias a não os esconder. Trouxe-os cá para fora. Deu-lhes a dimensão de naturalidade que era preciso para que os pais agissem assim: ‘Eu é que sou a mãe desta criança com trissomia 21 e, sim, vamos ao restaurante como os outros’.”

Donativos a Banco Alimentar Contra a Fome Aumentam 13,7%

A instituição recolheu mais de 2600 toneladas de alimentos em dois dias de campanha.

Os portugueses fizeram justiça ao lema do Banco Alimentar (BA): "Maior do que a crise que nos bate à porta é a solidariedade dos portugueses". ~
No último fim de semana, doaram 2644 toneladas de géneros alimentares, o que se traduz num aumento de 13,7% relativamente à campanha do ano passado.
Os alimentos recolhidos começam a ser distribuídos na próxima semana e vão chegar a mais de 2100 instituições de solidariedade social, que apoiam 337 mil pessoas com carências alimentares.
A ação contou com a participação de 37 mil voluntários que participaram na recolha dos alimentos, transporte, pesagem e separação de produtos.
A recolha de donativos alimentares online continua até 3 de junho. Basta aceder à página http://www.alimenteestaideia.net/ para contribuir. Em 2011, o primeiro ano em que se realizou a campanha na internet, o BA angariou 162 toneladas de alimentos através desta plataforma.
Também até dia 3, decorre a campanha "Ajuda Vale", que permite aos clientes das lojas Pingo Doce/Feira Nova, Dia/Minipreço, El Corte Ingles, Jumbo/Pão de Açúcar, Lidl e Modelo/Continente oferecerem cupões com o valor de produtos alimentares como azeite, leite, salsichas ou esparguete. 
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quinta-feira, 17 de maio de 2012

Solidariedade com o "Banqueiro dos Pobres"

No passado dia 2 de Março de 2011 o Banco Central do Bangladesh demitiu Muhammad Yunus do seu lugar de director-geral do Grameen Bank, o banco de microcrédito que fundou há 18 anos, alegando o facto de ele ter ultrapassado o limite de idade da reforma em vigor, que é de 60 anos.

A notícia levantou uma onda de protesto, sobretudo no estrangeiro, onde Muhammad Yunus, Prémio Nobel da Paz 2006, e a sua obra são por todos sobejamente conhecidos e reconhecidos.

No seu próprio país, Muhammad Yunus passou a ser visto como inimigo por grande parte da classe política (em particular os dois maiores partidos que se têm sucedido no poder) depois de denunciar publicamente a ganância desta pelo poder do dinheiro e a corrupção generalizada.

Alguns factos permitem enquadrar a escalada da primeira-ministra do Bangladesh, Sheikh Hasina, e do seu Governo contra o fundador do microcrédito, sobretudo, depois de ele ter anunciado a intenção de criar um partido político (ideia a que viria a desistir). Primeiro, o Governo do Bangladesh veio acusar o Prof. Yunus de fraude fiscal e nomeou uma comissão para investigar "práticas menos legais" do Grameen Bank. Não houve provas destas práticas nem condenações até à data.

A actual primeira-ministra chegou a catalogá-lo de "sanguessuga dos pobres" e a sua ministra dos Negócios Estrangeiros de "corrupto". Em Dezembro último, uma reportagem de um canal de televisão norueguês acusou Yunus de ter "desviado" dinheiro da cooperação norueguesa (Norad) para fins que não o microcrédito, nomeadamente, uma joint-venture com a multinacional Danone, para a produção de produtos lácteos para os pobres. Os equívocos foram então esclarecidos e o governo da Noruega veio desmentir ter havido desvios desta natureza. Finalmente e para além das razões (ou falta delas) burocráticas, o Banco Central do Bangladesh "despediu", com efeitos imediatos, Muhammad Yunus do seu cargo de director-geral do Banco que fundou em 1983.

Curiosamente, o Prof. Yunus já completou 70 anos, mas só agora, o Banco Central do Bangladesh se apercebeu que ele tinha ultrapassado o limite de idade da reforma de 60 anos. Tornou-se claro que se trata de uma campanha contra o bom nome do Prof. Muhammad Yunus e a instituição que criou em benefício dos mais pobres do seu país e cujo modelo foi replicado em todos os continentes com resultados nunca vistos na luta contra a pobreza e a marginalização económica dos mais frágeis da sociedade.

O Grameen Bank (banco da aldeia, em língua bangla) não é um banco comercial típico, já que é propriedade dos seus mais de 8 milhões de clientes pobres. A situação criada pode ter consequências graves directas (e ainda imprevisíveis) sobre a vida e o futuro de 8.5 milhões de famílias pobres no Bangladesh e, indirectamente, sobre este largo movimento da sociedade civil mundial do microcrédito que Yunus inspirou e no qual se revê como símbolo da coragem, de lucidez, de determinação e carisma.

A notícia da exoneração de Muhammad Yunus correu mundo e depressa originou um amplo movimento de indignação contra o Governo do Bangladesh e de apoio ao Prof. Yunus, por parte de governos, personalidades de todos os quadrantes e latitudes, ONG e demais organizações da sociedade civil, entre as quais, a Associação Nacional de Direito ao Crédito (ANDC) que, na sua génese, se inspirou no trabalho e na personalidade do Prof. Muhammad Yunus, e que com ele "privou" antes e depois da sua constituição.

"A ANDC não pode deixar de manifestar a sua indignação pela forma como o Governo da Senhora Sheikh Hasina está a tratar uma das pessoas mais inventivas na luta contra a pobreza e pela dignificação dos mais fracos, não apenas no seu país mas no mundo inteiro. Convenhamos que há formas menos deselegantes e menos expeditas para tratar um Prémio Nobel da Paz e conhecido "Banqueiro dos Pobres", escreveu Mohamed Lemine Ould Ahmed, presidente da direcção da ANDC.


Fonte: Jornal Expresso

Visão e Montepio à procura de "Os Nosso Heróis"

Pessoas e empresas que sejam exemplos de solidariedade e responsabilidade sociais vão ser homenageadas com o prémio "Os Nossos Heróis". Se conhece algum caso de cidadania que seja inspirador ou se gostava de ver o seu trabalho reconhecido, inscreva-se.

A conferência Transformadores: Histórias de Gente Comum com Ideias Extraordinárias, realizada em parceria pela VISÃO Solidária e pelo Montepio, foi o ponto de partida para o novo desafio lançado aos cidadãos que se preocupam ou estão envolvidos em projetos de solidariedade social.
 Coube a Francisco Pinto Balsemão anunciar a primeira edição do prémio "Os Nossos Heróis", que volta a juntar a VISÃO Solidária e o Montepio. A iniciativa pretende distinguir pessoas e empresas que desempenham um papel ativo e importante ao nível da solidariedade social.

O principal objetivo é dar a conhecer cidadãos que desenvolvam projetos que fazem a diferença na comunidade onde estão inseridos, à semelhança dos oradores da conferência Transformadores, como a professora de ensino especial Celmira Macedo ou o assistente social José António Pinto (Chalana).
As empresas que assumem um papel relevante em matéria de responsabilidade social também vão ser distinguidas pelo seu trabalho.

O prémio "Os Nossos Heróis" é um desafio que nos vai ajudar a divulgar projetos e ideias de excelência social. As candidaturas deverão ser enviadas para o email visao@impresa.pt, com o assunto "Os Nossos Heróis"; ou para a morada: Prémio "Os Nossos Heróis" Revista Visão. Rua Calvet de Magalhães, n.º 242 - 2770-022 Paço de Arcos.

Ajude-nos a encontrar "Os Nossos Heróis".

Fonte: Revista Visão